sexta-feira, 26 de junho de 2009

Qual é o seu vício?

Rumores sobre as possíveis causas para a morte de Michael Jackson alimentam os meios de comunicação e a mente da população. Viciado em anfetaminas? Dependente de morfina, analgésicos? Pra ser bem sincera, quando o assunto é morte minha reflexão costuma ser outra. Enquanto minha veia investigativa e meu inconformismo me levam a buscar as explicações/justificativas para uma morte tão repentina, meu lado `gente` só me faz pensar na forma como conduzimos nossa vida enquanto ainda a temos em nossas mãos.Se ele morreu ou não em decorrência do vício em medicamentos, só tem valor pra mim se eu comparar esse comportamento ao meu, no meu cotidiano.Bom, antes de qualquer coisa, não quero morrer. Mas como esse é um fato inevitável, que não seja em razão de um vício. Não quero ser vítima de um vício, cuja força supere a minha. Seja ele alimentos, bebidas, fumo, drogas, trabalho, dinheiro, até esporte... não quero morrer de vício algum.
Em tempos em que o trabalho ocupa tanto tempo, o dinheiro só vale quando é muito e a vida só é boa quando se tem tempo (e este passou a inexistir para a vida pessoal), vale a pena pensar bem se não estamos nos permitindo ficar viciados. Aproveite enquanto há tempo para a vida!

quarta-feira, 1 de abril de 2009

11 meses tão especiais...

...merecidamente singulares ;-D

Desenvolva sua Inteligência Emocional

Por mais estranho que pareça, passamos anos e mais anos de nossas vidas ouvindo falar somente do tal Quociente de Inteligência Lógica, o QI. Aprendemos que através dos testes de QI era possível detectar a capacidade cognitiva do ser humano de acordo com o que é esperado para sua faixa etária. Isso, com base apenas na inteligência lógica, exata.


Mais tarde, digo, beeeeeem mais tarde, pesquisadores ‘descobriram’ a existência de outros quocientes de inteligência, como o Emocional e o de Execução. Não acredito que eu conheça todas as possibilidades de quocientes já constatados, nem acredito que já chegamos ao fim da busca. Quero apenas dedicar algumas linhas para falar do quociente emocional.
É um pouco difícil entender como durante tantos anos apenas o ‘QIL’ era aceito na sociedade científica como medida para constatação de inteligência num ser. Quando vemos um bom negociante, um político (não me refiro aos legisladores, falo das relações políticas do nosso dia-a-dia) que tem jogo de cintura em qualquer situação, uma pessoa que sabe articular e manipular (sem sentido pejorativo, falo apenas de mexer, movimentar as coisas) pessoas e situações nas mais diversas circunstâncias é natural admirar esse dom, essa inteligência emocional.


Desisti de procurar a foto mais adequada e decidi por essa mesmo hehe
Tah difícil de achar imagem de um negociador eloquente viu


Se você estiver do outro lado na negociação você pode até não gostar muito do sujeito, mas fato é que inteligência para se relacionar e gerir situações conflituosas não é para todos. Assim como raciocínio lógico e exato para solução de situações que exigem o 2 + 2 é igual a 4 também faz parte das habilidades de muitos, mas não de todos. Ou seja, não seria justo dizer que aqueles que possuem mais inteligência lógica são melhores que aqueles cuja aptidão maior está no uso intencional de suas emoções, e o contrário também é verdade.
Interessada em ler mais sobre o tema na internet, achei um texto do escritor Paulo Araújo. Ele cita o Dr. Hendrie Weisinger, especialista na aplicação da inteligência emocional, e menciona a afirmação do doutor de que podemos desenvolver nossa inteligência emocional. Bela possibilidade está em nossas mãos, hein?
“Entenda-se por Inteligência Emocional o uso intencional de suas emoções agindo a seu favor, com isso produzindo resultados positivos.”
Daí em diante ele lista meios citados por Weisinger para se conseguir esses resultados:
1° Amplie sua autoconsciência;
2° Controle suas emoções;
3° Aprenda a se automotivar.
Não pretendo parafraseá-lo ainda mais por aqui. Acho mais justo deixar o link disponível aqui para quem quiser ler mais a respeito.
Por isso, Paulo Freire estava mais do que certo ao dizer: "Não há saber mais ou menos, há saberes diferentes".

Programação neurolinguística

Muito pertinente falar um pouco sobre programação neurolinguística nesse momento. A conversa com minha amiga Rosinha na caminhada desta madrugada, me ensinou quão importante é preparar meu painel de metas. E tão importante quanto ele é repetir diariamente para mim mesma tudo que desejo alcançar nesta vida, e isso vale para todos os âmbitos dela.
Ao invés de se arrefecer com dificuldades que se apresentam, que tal mentalizar ‘fotograficamente’ tudo que você quer que aconteça com você e repetir várias vezes em voz alta o que você quer ser, fazer ou conseguir?
Pensou no livrou ou no filme A Lei da Atração? É mais ou menos por aí. Só que na medida moderada, nada de lavagem cerebral, como diz a Rosa.
Pensando em fazer uso mais intencional das suas emoções? Go ahead!
Pronto(a) para começar o seu painel de metas? Essa é a hora.
Prefiro filosofar e lhe dar possibilidades a ditar regras de autoajuda, mas se minhas reflexões tirânicas de hoje te ajudaram... ;-D

1° de abril


Já experimentou libertar o espírito de
Pinóquio que há dentro de você?


Se meu humor ácido fosse um pouquinho mais aguçado eu aplicaria anedotas memoráveis em todo 1° de abril. Mas não consigo enganar as pessoas deliberadamente desse jeito! Hehehehe (surgiu a dúvida: e se não for deliberadamente? Hehehehe. Meio difícil...)

Então abro espaço para vocês, francos amigos e leitores (pobre blog desabitado hehehe) para contarem as peripécias que já fizeram nos 1°s de abril que se passaram ;-) Eu adoraria contar meus causos, a única razão para não fazê-lo é não tê-los! hehehe
Compartilhem! Melhor que morrer de susto com uma notícia falsa—atenção, pois isso pode acontecer com frequência no dia de hoje—, é rir com as histórias engraçadas!

segunda-feira, 30 de março de 2009

"Não há saber mais ou saber menos: há saberes diferentes."

By Paulo Freire
Amanhã comento.

Ando muito global...

... e não no sentido cosmopolita da coisa. Vou dar um jeito nisso.
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Esclarecimento tardio (01/04 às 11h42): não estou redonda, estou assistindo muito a TV Globo. hehehehehe

Fenômenos no BBB9

Explicação para a não saída da Ana no paredão deste domingo: ...... alguém? Alguém com um palpite?
Também estou assim, perplexa e sem palavras. Será isso indício real de que ela tem chance de levar a bolada? Se ela levasse uma bolada bem que seria engraçado hehehe
Mas voltando...

Diferentemente dos que não a curtem, ou a consideram insuportável mesmo, eu não tenho problemas com o jeito dela, contanto que esteja longe hehehe. Brincadeiras à parte, estou, assim como aquele que mais tenta ter pinta de estrategista na casa, Max, buscando entender qual é o apelo. Não o dele, o dela. Ar de ingenuidade, extreeeeema ingenuidade, choro pra lá e pra cá, carência afetiva desde os 0 ano de vida...
Ver alguém aprendendo (lê-se: tentando aprender) a ser adulto na TV é motivação suficiente para milhões de brasileiros desejarem que ela leve o milhão para casa?
Se assim for, o país está mudando para melhor. Preocupar-se com uma menina aparentemente despreparada para os conflitos da vida (acreditem, uma advogada formada), que busca esconderijo numa avó postiça desconhecida, me parece bastante louvável, pelo menos bem mais que votar no mais engraçado, ou mais gostoso, ou mais sei lá.
Começo a achar possível que essa menina ganhe o BBB. E se isso se concretizar, vale estudo sociológico.